segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sim, ele está de volta: Dexter!!

Genteeeee!!

Que felicidade, que emoção! E começa de novo a rodada de novas temporadas das séries americanas! E com isso, uma que eu amo e está simplesmente sensacional, quando achei que não estaria mais!!

Dexter! Sim, esse maravilhoso serial killer, com seu cérebro privilegiado e sua mente afiada para as constatações da vida humana está de volta e, pelo que tenho lido, em ótima forma.

Para quem curte também e não aguenta de curiosidade, segue link do site Omelete com 2 cenas já do segundo episódio da 5ª temporada.

Enjoy it!!

Assista a um trecho do segundo episódio da quinta temporada de Dexter Televisão | Omelete

Abs,

Aline - Chica

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Dez sites para os fanáticos por livros!!

Pessoas,

Para quem curte uma boa leitura, dicas de redes sociais ou sites sobre livros: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/curiosidades/dez-sites-para-os-fanaticos-por-livros/

Adendo sobre último post: Friends

Pessoal,

Só um adendo que acho importante: para quem tem paciência, é um Friendsmaníaco e não tinha achado links confiáveis para fazer o download dos episódios de Friends, da primeira à décima temporada, podem acessar esse link: http://www.mwbra.com/friends-download-das-10-temporadas/

Baixei da 6ª temporada em diante e são todos muitos bons e confiáveis. Só em algumas partes dos episódios da 8ª e 9ª (ainda estou na 9ª temporada) é que as legendas não acompanham os diálogos, mas nada que te faça perder os momentos mais impostantes.

Fica aí a dica!

Abs,

Aline - Chica

Quem aí gosta de Friends??

Olá, galera!!!

Estou aqui para arrematar o feriadão com um post, porque já tava com saudade de escrever, de verdade! Assim como estou com saudade de aprontar com scrapbooking, mas isso já é outro assunto!

Quero compartilhar com vocês minha imensa paixão por um dos seriados de maior sucesso dos últimos tempos: Friends! E não porque ele é um dos seriados de maior sucesso de todos os tempos, mas porque ele é simplesmente demais!

É meio dificil de explicar, mas tenho certeza de que, quem assistiu (ou assiste, já que é um mal bem comum entre os Friendsmaníacos assistir e voltar a assistir os episódios) sabe muito bem do que estou falando!

O que acho mais legal do seriado é que ele simplesmente retrata a vida de 6 amigos, como poderia ser a de qualquer um de nós com seus encontros, desencontros, pactos, romances, dramas, alegrias e tristezas e etc e ainda conseguiu contar tudo isso com humor!

Por isso, é com muitaaa alegria que posto aqui um texto que está no blog: http://www.seriemaniacos.com.br/blog e que fala com maestria sobre o que foi e é o seriado e o que representa para cada um dos "milhões de sétimos amigos" que vibraram com cada parte!

Devo admitir que ainda nem terminei de assistir (estou no 15º episódio da 9ª temporada, mega viciada master - não durmo um dia sem assistir pelo menos um, o que tem me rendido poucas horas de sono, mas é Friends, então vale a pena), mas amoooooo demais esse seriado e já sinto saudades (óbvio que entrarei para o time dos que assistem e voltam a assistir sempre!).

Espero que gostem do texto tanto quanto eu!

Enjoy it!

Abs,

Aline - Chica

PS: Talita, agora você pode comentar!! (É minha amiga que prometeu só comentar alguma coisa no meu blog quando eu colocasse algo sobre Friends, então, aí vai! E, provavelmente, este tema tornará a se repetir aqui...rs)


Baú das séries: Friends por Adriel Santos Santana




“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” (Fernando Pessoa)

Simplesmente não poderia expressar melhor o que Friends significou, para mim e para todos que a acompanharam.
Pouco tempo após o Dia dos Namorados, nada melhor do que se lembrar de um dos mais puros e sublimes dos amores: o amor de um(a) amigo(a). E que série tratou melhor do que nenhuma sobre tal tema do que Friends? Portanto, peça seu café no balcão do Central Perk, acomode-se comigo no velho sofá e venha compartilhar lembranças excelentes e inesquecíveis dos 6 melhores amigos da Cidade de Nova York.
Mas por onde começar a contar essa história?
Podíamos ir para o início, no longínquo ano de 1994, em seu 1ª episódio, ou como os fãs conhecem por Aquele Quando Monica Traz Uma Colega de Quarto, onde somos apresentados aos seis personagens principais: Ross, o paleontólogo; Rachel, que se tornou garçonete ( e virou consultora de moda mais tarde); Chandler, um processador de dados (e depois publicitário); Mônica, a chef de cozinha e irmã de Ross; Joey, um ator fracassado; Phoebe, que trabalha em vários empregos, incluindo musicista e massagista. Pois bem…
Peraí! Está tudo errado! Não são por esses personagens que eu sou apaixonado até hoje.
Deixe-me descrevê-los dessa forma: Ross, um nerd bobalhão louco por dinossauros, divorciado três vezes (sendo que uma de suas ex “virou” lésbica) e apaixonado por Rachel; a mulher que invadiu o Central Perk vestida de noiva, porque finalmente percebeu que não queria mais ter a vida que levava, e coincidentemente encontra sua antiga amiga Mônica; a “ex-gorda” no período da adolescência, que além de ser uma louca por limpeza e ser extremamente obsessiva e competitiva, está sempre buscando o amor verdadeiro, até que finalmente o encontrou em Chandler; o piadista da turma que vive sendo questionado sobre sua sexualidade, principalmente por ter uma pai travesti, o que não lhe impediu de ser o amigo inseparável de Joey; um eterno galanteador famoso pela sua cantada preferida “How you doing?’”, além de ser o indivíduo mais estúpido do mundo das séries, não sendo o mais louco da turma por causa de Phoebe; a antiga moradora de rua é completamente “excêntrica” (para ser eufêmico), vive de fazer bicos, sendo o mais engraçado de todos o de cantora e compositora, em que um dos seus maiores sucessos é a música “Smelly Cat”.
Foram longas 10 temporadas (para nós fãs serão sempre “só” 10 temporadas), em que fomos convidados a presenciar uniões e separações, momentos de pura comédia com de fortes emoções, de mentiras irritantes e verdades reconfortantes, tudo na vida desses seis amigos.
Foi um marco, sem dúvida alguma. Para os analistas “frios” foi o seriado mais bem-sucedido da história da televisão mundial. Para os milhões de fãs do mundo inteiro, os nossos modelos eternos de amigos verdadeiros.
As besteiras que se tornaram cômicas, como contar segundos por meio da palavra “mississipi”; ficar sem respirar por quatro minutos; fazer presentes pro Dia dos Namorados; que não se deve confundir as irmãs de seu amigo; que também não se deve beijar a mãe de um amigo em hipótese nenhuma; ou que se você não quer terminar de ler um livro coloque-o na geladeira (By Todo Fã de Friends); são memoráveis e nos fazem rir como idiotas, porque nos remetem aos, ou melhor, “aqueles” episódios.
Friends foi minha droga, meu vício, meu momento mais que especial, em que me encontrava com aqueles que eram meus amigos… quero dizer, SÃO meus amigos. Amizade não termina. Não as verdadeiras. Não as reais. Assim como todos os atores de Friends são amigos até hoje, também me sinto parte dessa amizade mesmo após cinco anos do fim da série.
Na verdade, me arrisco a dizer que esse foi o segredo de Friends. Não foi apenas uma série. Não era uma história brilhante ou bem elaborada. Friends era clichê, simples, “besta”, comum, como todos nós. Friends é especial porque não se limitou a nos apresentar aqueles seis indivíduos, mas porque nos convidou a também fazer parte daquele grupo. A sermos amigos. A sermos especiais para alguém, não por interesse de qualquer tipo ou manipulação, mas por amor ao próximo. Pelo sentimento sincero de amizade.
Sou um saudosista. Sou um “maníaco”. Sou o sétimo integrante daquele grupo de amigos, assim como todo fã. Friends nunca acabou. Não enquanto aqueles que se uniram a Ross, Rachel, Monica, Chandler, Joey e Phoebe naquele sofá no Central Perk lembrarem-se e, acima de tudo, ainda sentirem algo no peito. Porque somos todos integrantes de Friends. Porque somos todos amigos.

"A saudade é a memória do coração." (Henrique Maximiliano Coelho Neto)

http://www.seriemaniacos.com.br/blog/bau-das-series-friends/#more-6935

Palmirinha e sua ótima memória! - CQC

Genteeee!!

Sensacional o TOP Five Especial da Palmirinha hoje no CQC. Enquanto não o disponibilizam no Youtube ainda (sim, porque é questão de horas), segue pra mim um dos melhores momentos dela! Simplesmente sensacional!

E o CQC tá de parabéns pela homenagem a esta mega simpática senhorinha que está sempre muito preocupada com suas amiguinhas!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Geração Y

Oieeee, pessoas!!!

É, faz um tempinho que não apareço, mas é que tenho corrido bastante, e de verdade, na academia... Que orgulho!

Enfim, quero postar um texto sobre a geração Y que li hoje e curti muito. Acho válido para quem curte o tema, é da geração Y ou simplesmente quer saber sobre o assunto, mesmo não sendo dessa geração (sem preconceitos...rs).

Como faço parte dela, segundo os especialistas é a geração nascida entre 1978 e 1990, que é muito inquieta, corre atrás do que quer e faz tudo para ser feliz, acho o assunto mega interessante!

Para quem quiser saber mais, acessem: http://www.sidneioliveira.com.br/ ou http://baboonet.blogspot.com/.

Enjoy it!

Abs, 


Aline - Chica

Geração Y e a vida dos novos tempos

Mariliz Vargas

A chamada geração Y propõe com o seu comportamento insubordinado, uma mudança no paradigma administrativo. As gerações anteriores estabeleceram o nosso direito a sobrevivência. Na seqüência natural da evolução, esta geração quer mais do que simplesmente ver garantida a sua subsistência. É um grupo que busca sentido em tudo que faz, seja no trabalho, no lazer, nos relacionamentos, e em qualquer situação vivida.

Quando se busca um sentido, a referência passa a ser interna, naquilo que é vivido diretamente. Em resumo a pessoa precisa sentir-se bem para que a atividade seja válida. Não se faz coisas para que o outro aprove, promova, se ganhar mais dinheiro, ou qualquer outro valor externo. A geração Y fará o que for preciso para se sentir bem, para sentir-se plena, engajada e feliz.

Assim a manutenção física e material deu lugar à outra preocupação, a satisfação da alma. Mas poucos sabem disto e buscam aquilo que seu interior anseia, pulando de uma atividade para outra, de um relacionamento para outro, de um emprego para outro, na medida em que a situação já não se  mostra mais de acordo com seus apelos internos. Esta geração Y é uma conquista da própria sociedade, é a realização do sonho de muitas famílias que criaram seus filhos para serem felizes, e não simplesmente para cumprirem com seus deveres na ordem social. O cumprimento dos deveres está implícito, pois tem o exemplo da geração anterior como modelo, mas a proposta de ir além disto está também fortemente enraizada nesta turma irrequieta.

Por isso o perfil do gerenciamento desta geração Y não é aquela do líder carismático, onde o chefe empresta o seu entusiasmo e energia para motivar seus subordinados. A geração Y é motivada internamente, a partir do que sente e acredita. As lideranças empresariais na medida em que aceitam e compreendem esta natureza poderão aproveitar todo este potencial em beneficio de todos os envolvidos.

Este quadro aponta também para uma individualização do trabalho, onde o papel do líder torna-se limitado, pois cada pessoa precisa possuir dentro de si a noção dos objetivos corporativos, para sentir-se engajada no processo. Este processo de individualização proposto pela geração Y aponta para uma necessidade muito particular de capacitação pessoal. Isto significa investir em autoconhecimento, para proporcionar ao funcionário uma maior sintonia entre o trabalho realizado e seu perfil interno.

Tendo em vista que o funcionário da geração Y não permanecerá na empresa por fatores externos ou de sobrevivência, a sua atividade precisa estar finamente ajustada com o seu perfil interno, ou seja, precisa estar em sintonia com quem ele é como pessoa. Isso exige do setor de recursos humanos, uma outra ótica em direção a colocação do empregado com esta característica da geração Y. Não basta uma qualificação técnica, o engajamento pessoal precisa ser priorizado, prevendo inclusive deslocamentos horizontais para que o entusiasmo e a visão do todo sejam privilegiados.  Se esta ordem não for obedecida, a tendência ao desligamento espontâneo do funcionário continuará assombrando o quadro organizacional das empresas neste terceiro milênio.

http://www.rhcentral.com.br/artigos/artigo.asp?cod_tema=3158