quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Aquele sobre WTH é a Campus Party?


Muita, muita, muita, mas muitaaaa gente mesmo ficou boquiaberta quando disse "Vou para a Campus Party esse ano... de novo". Foi uma cara, tipo 


E eu ficava sempre tipo

Tudo bem, talvez tenha sido um pouco demais morar em São Paulo e tirar 10 dias de férias só pra passar uma semana acompanhando as palestras (que é o que curto na Campus), mas esse lugar é realmente muito legal... pra quem gosta!

Vamos lá, aqui tem:

1) a galera dos games: sim, as pessoas trazem TVs gigantes pra poder ficar jogando como se não houvesse amanhã.

2) a galera dos downloads: aconteça o que acontecer, dificilmente sairão de seus espaços nas bancadas para fazer outra coisa que não ir ao banheiro ou comer (e ainda assim, tem pessoas que trazem a cafeteira para fazer seu cup noddles e comer na sua frente às 23:50hs, quando vc acabou de perceber que tem fome...).

3) a galera engenheira/TI ou sei lá o quê: sim, eles vêm aqui com amigos ou encontrar o povo com o mesmo interesse, participam de concursos onde desenvolvem desde robôs a apps, saem com uma grana se ganharem e ainda, de quebra, assistem palestras ao que parece, bastante práticas da área deles (eu não consigo entender essa parte de desenvolvimentos, então, não me aprofundarei nela).

4) galera empreendedora: essa galera sim traduz bem o refrão da música do Seminovos - Escolha Já o Seu Nerd! Eles vem aqui por uma série de motivos: buscar informações sobre como abrir a empresa, como desenvolver uma ideia, encontrar apoio de encubadoras e aceleradoras, como o Wayra, conhecer outros empreendedores e cases de sucesso, fechar negócios e parcerias, buscar financiamento, conhecer outras startups e por aí vai.

5) galera dos brindes: se um dia você vier pra cá, não se assuste se, do nada, as pessoas começarem a correr... tem uma galera que só vem aqui pra ganhar brinde, não é possível! Mas o mais engraçado é que o povo fica sabendo dos brindes pelo Twitter. Não tem ninguém gritando nada e avisando, é tudo online. Só o recebimento do prêmio que não :)

Martha Gabriel com a palestra: Vícios na Internet
6) galera das palestras: eu gosto mesmo de vir na Campus por causa das palestras. São mais de 500 horas de conteúdos sobre os mais diversos temas, mas admito que minhas preferências se concentram no palco de mídias sociais, empreendedorismo, principal (onde vem os grandes destaques) e o de games (mas muito pouco). Claro que também dá pra ver pela internet (http://live.campus-party.org/mainstage ou outros palcos), mas vir aqui e ver uma palestra ao vivo da Martha Gabriel, por exemplo, não tem preço ;-)

7) galera da música: no geral, acho que é uma galera pequena, mas eles também estão por aqui, inclusive com um palco próprio.

8) expositores e patrocinadores: esse é o momento desses caras criarem laços com a nova geração, afinal, se não o fizerem hoje, nos próximos anos podem cair no esquecimento (na verdade, mesmo fazendo isso hoje, não há garantias no futuro, mas whatever...)


Também tem a galera com os computadores customizados, tipo o cara que fez um Homem de Ferro da CPU (OMG!!!) e algumas outras galeras por aí, mas a verdade é que aqui é exatamente como sempre digo: "A internet acontecendo diante de nossos olhos!". Por isso é tão difícil definir o que é a Campus... é como se fosse definir tudo o que rola na internet, o que é praticamente impossível. 


Claro que tenho uma teoria que engloba a maioria das galeras que citei: aqui é um lugar onde podemos usar uma conexão de banda larga melhor que a de casa (dependendo da velocidade que você tem), do lado de pessoas que tem os mesmos interesses que você, ganhar uns brindes e com a vantagem de não ter ninguém dizendo "Filho, vem comer!", "Meu, você não sai do computador?", "Você pode parar de mexer no celular, por favor?", "Amor, você pode lavar a louça?"... ou seja, para nós, hiperconectados, é o paraíso!!!

Fica o convite para a visita no próximo ano, ou mesmo neste ano até sábado (02/02). Há diversos stands dos expositores cujo acesso é gratuito :-)

Abs,

Aline ou Chica ou, o mais novo apelido, iLine

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Aquele sobre analogias entre pessoas e a política de privacidade do Facebook


Ok, ok, todos já sabem que o mundo está cada vez mais conectado e que as redes sociais super bombam, não se sai delas, não se consegue parar de falar sobre elas e saber que existem pessoas que ainda não estão no Facebook nos faz pensar que: 1) ou essas pessoas têm sérios problemas ou 2) 1 bilhão de pessoas que estão no Face têm.

Mas acho que é legal pensar uma coisa: redes sociais, pelo próprio nome, remetem a algo não necessariamente virtual ou digital. Todas as pessoas têm uma rede de contatos (se não têm – BÉÉÉÉÉÉÉÉÉ – medooooo!), seja com pessoas da família, amigos, pessoas do trabalho, etc. Logo, o conceito, em si não é inovador. Inovadora é a forma como elas estão se formando e agrupando agora, já que isso se dá através da super rede mundial chamada Internet.

Neste contexto, venho aqui para destacar um tema importante: analogia das pessoas e a política de privacidade do Facebook (bleh pra vc que ainda usa Orkut ou um funcionário da Google que usa o Google+!)

Existem pessoas que podem ser descritas exatamente como é a política de segurança/compartilhamentos do Face...

1) Pessoas "públicas": são daquelas que contam TUDO para TODO MUNDO! E quando digo tudo, é tudo mesmo, não é só uma generalização. É o tipo que te liga, conta uma coisa escabrosa – ou não – e ainda pede pra você, pobre mortal, não contar nada pra ninguém. Você, felizão (ona), acreditando que está super ajudando a pessoa, obviamente, guarda segredo e BAM! descobre que ela/ele já contou para meio mundo ou, num lugar com pessoas desconhecidas, lança esse “segredo” sem a maior cerimônia deixando você com essa cara MEME embasbacado.  DICA: ouça a pessoa e realmente continue fazendo isso. No máximo, um dia ela pode se arrepender um pouquinho por contar tudo para todos, mas pode usar a frase: “Minha vida é um livro aberto!”.

2) Pessoas "amigas dos amigos": quase uma pessoa pública, com o único filtro de que não conta coisas escabrosas para mendigos na rua ou amigos do metrô (ou ônibus, para ser inclusiva). Essa pessoa vai contar coisas que talvez não devesse, mas pelo menos vai ser para aquele seu amigo (a) que você acabou de apresentar, então, qual o problema? #ironiamodeon. DICA: Tenha cuidado ao levar essa pessoa em encontros com seus amigos realmente queridos. Mas, se você nem gostar tanto assim desses seus “amigos” pode levá-la (o), afinal, eles pensarão que, se anda com uma pessoa que conta algo assim na primeira vez que conhece outra, podem achar que não vale a pena ter contato com você! 

3) Pessoas amigas: Ufa! Chegamos num nível de comportamento que já acho mais normal... apesar de que, mesmo aqui, é possível encontrar pessoas que compartilham algo bizarro, sem o qual você viveria bem. Mas, fazer o quê... amigos são a família que escolhemos, logo, não reclame!  (Ou faça novos amigos :D). DICA: aqui não tem muito que dizer... é bem compreensível compartilhar coisas escabrosas ou não com pessoas com quem tem amizade, conhece e confia ;-)

4) Pessoas "somente eu": esse é um tipo que dá medo! Estatísticas comprovam que 90% dos psicopatas não têm amigos e não compartilham nada – mentira! Sei lá eu se esse tipo de estatística existe... Porém pessoas que não dividem nada com as outras, nem resfriado, definitivamente não captaram a ideia de rede social real nem digital! Se a rede existe,  vamô compartilhá aê! Ok, com certas coisas que vemos sendo compartilhadas por aí, pode valer a pena que alguns guardem tudo apenas para si próprios, principalmente nas redes sociais -- vulgo Facebook . Exemplos: “Tô de TPM”, “Ai, muita cólica agora!” 

WTF?????????????????????????????????????????????????????????????

Quem quer saber disso???? Por favor, publique apenas para você e torne o mundo um lugar melhor! #ficadica
DICA: pessoas que têm amigos assim sabem o que quero dizer. Se for uma pessoa legal, obviamente vale ajudá-la a se abrir para o mundo, mesmo que esse mundo se restrinja a você. Afinal, também aprendemos através da vivência dos outros, por isso a importância de compartilhar ;-) 
DICA 2: esse é o tipo de pessoa que não adianta mesmo cutucar, na vida real (medo se você faz isso) e no mundo virtual (vulgo Facebook).

E você, que tipo é? 

Abs,

Aline - Chica

domingo, 30 de dezembro de 2012

Aquele sobre um poema de Ano Novo que diz tudo!

Oieee!!

Já nem vou mais comentar sobre minha constante ausência do blog, o que realmente me deixa triste!

Mas, como estamos prestes a mudar de ano, época de recomeços, resoluções e novas metas, uma das minhas resoluções será escrever mais! E, com isso, espero que escreva mais aqui :)

Eu gosto bastante dessa época porque, apesar de racionalmente as coisas não mudarem tanto (só um novo calendário, basicamente), sentimos que temos a chance de fazer as coisas de forma diferente. E essa certeza, ou esperança, é o que nos dá um gás para elaborarmos novos objetivos (começar aquela academia que nunca começamos - ou pagamos e não vamos -, ler todos os livros comprados, assistir todos os filmes e séries da lista, tentar ter um pouco mais de controle sobre coisas com as quais deveríamos nos preocupar e por aí vai... Ok, essas coisas fazem parte da minha lista, mas alguns itens dela podem servir para vocês ;)

Por achar essa uma época importante e cheia de significados, nunca me atrevi a escrever nada sobre, porque acredito que, quando vamos escrever algo, melhor escrever o sensacional, ou então deixar pra lá. Já que ainda não encontrei as minhas próprias palavras pra expressar o quanto esse momento é bacana e ao mesmo tempo tão dependente de nossas atitudes e ações para realmente fazê-lo diferente, me inspirei no comercial de final de ano do Bradesco. Mas não porque amo esse banco ou pra algum merchan - com certeza, não! - mas porque gostei do texto e descobri que faz parte de um poema genial do mais genial ainda Drummond.

Sendo assim, aqui vai o poema na íntegra e o comercial inspirador! ;)

Enjoy it e Feliz 2013, que já cochila dentro de nós! \o/

Abs,

Aline - Chica


RECEITA DE ANO NOVO

"Para você ganhar belíssimo Ano Novo 
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, 
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido 
(mal vivido talvez ou sem sentido) 
para você ganhar um ano 
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, 
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; 
novo 
até no coração das coisas menos percebidas 
(a começar pelo seu interior) 
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, 
mas com ele se come, se passeia, 
se ama, se compreende, se trabalha, 
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, 
não precisa expedir nem receber mensagens 
(planta recebe mensagens? 
passa telegramas?) 

Não precisa 
fazer lista de boas intenções 
para arquivá-las na gaveta. 
Não precisa chorar arrependido 
pelas besteiras consumadas 
nem parvamente acreditar 
que por decreto de esperança 
a partir de janeiro as coisas mudem 
e seja tudo claridade, recompensa, 
justiça entre os homens e as nações, 
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, 
direitos respeitados, começando 
pelo direito augusto de viver. 

Para ganhar um Ano Novo 
que mereça este nome, 
você, meu caro, tem de merecê-lo, 
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, 
mas tente, experimente, consciente. 
É dentro de você que o Ano Novo 
cochila e espera desde sempre."


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Aquele sobre... sobre... ah, não sei o título desse!


Olha só, aqui estou eu de volta e em pouco tempo até, comparando a distância de datas dos posts anteriores. Vou tentar manter esse ritmo! :) 

Eu venho pensando nesse texto desde que voltei das minhas últimas férias. Entendam, não é que o tema seja master complexo, mas eu queria estar realmente inspirada.

Passei minhas últimas férias viajando pela Espanha, França e Portugal. Conheci lugares sensacionais e amigos de amigos incríveis! Vi paisagens das quais tenho muitas saudades e passei por lugares em que gostaria de morar. Comi coisas diferentes e aprendi novas palavras em outras línguas, tirei muitas fotos, fiz muitas algumas compras. 

Eu, Lucy e Fê 
Mas tudo isso não teria nem um centésimo da mesma graça se eu não tivesse viajado com duas amigas sensacionais! 

Calma! Antes que você aí lendo esse texto se encante com uma viagem com amigos que vem planejando e tal, preciso alertá-los: viajar com amigos pode ser altamente prejudicial à amizade!!!! 

Sim, é isso mesmo!! Ok, ok, posso estar sendo um pouco dramática, mas, falando sério, cuidado!!! Eu não estou falando de uma viagem de feriado onde todos vão pra praia, ficam falando besteira e bebendo e tá tudo certo. Falo aqui de uma viagem de 30 dias por diversas cidades, viagem na qual era necessário entrar em consenso sobre onde ir, como ir, o que comer, se vamos comer, que horas comer, etc... Logo, não, eu não estou exagerando! 

Há momentos de raiva causada pelo longo tempo sem comer (Episódio: Fernanda querendo comprar bijuterias/bolsa em Paris enquanto estávamos procurando um lugar para comer antes de desmaiarmos -- ou pelo menos eu desmaiar), momentos de puro estresse porque uma atração vai fechar (Episódio: Lucy correndo pelo Jardim de Versalhes para chegar ao Castelo antes das 17hs enquanto eu e Fernanda tentávamos alcançá-la) e momentos de desespero em grupo (Episódio: senhora mal amada do andar de baixo, sobe as escadas e quase derruba nossa porta porque fazíamos alguns barulhinhos ao andar pelo apê de Paris), entre outros momentos.

A viagem foi recheada de episódios assim! E sabe o que foi o mais legal de tudo isso? Ok, talvez neste momento você esteja quase respondendo: "Aff, nada, né?!", mas aí é que você se engana! Através dessa experiência que, para muitos, poderia ser considerada um martírio, para nós foi considerada um aprendizado sensacional!

Foto no reflexo da fachada de shopping em Barça
Sem essa viagem jamais teríamos descoberto que a Fê tem uma visão que vai além do horizonte, é muitooo organizada e certinha! (Episódio: nunca pegue um chiclete da Fê na metade da embalagem! Sempre pegue do começo...ok, você não deve estar entendendo nada, mas só siga essas instruções!). Ou que a Lucy é uma pessoa extremamente empenhada em achar lugares legais e ter boas indicações sobre bares e baladas. Ou que eu -- quem me conhece, pasmem! -- posso ter bom senso de direção com um mapa em mãos.

Fê sorrindo mesmo com armaduras assustadoras
Como poderia ter me divertido sem as sensacionais fotos espontâneas da Lucy ou a incrível capacidade de sorrir em TODAS as fotos da Fernanda? (e o melhor: descobrir porque ela sorri tanto nas fotos... Não, eu não vou contar aqui o porquê, é assunto para outro post!).  

Como teria dado tanta risada ao ir numa balada zuada em plena Barcelona? (lugar dos locais incríveis!) Como poderia, mesmo passando um frio do cão, estar com o pé molhado (bota furada) e beem gripada, ter dado risada ao olhar para o alto da Torre Eiffel no último dia em Paris no qual finalmente decidimos subir e não visualizar nada (a torre estava encoberta numa nuvem cinza) se não estivesse com as duas? Nossa reação não poderia ser outra a não ser chorar e xingar tudo chorar de rir e rir tanto que quase não conseguíamos chegar na torre! 

Foto super espontânea
Como teria descoberto que o Museu do Louvre fecha, mas a galeria dentro dele continua aberta e conseguir tirar as fotos mais incríveis da Pirâmide Invertida (foto do meu perfil aqui, inclusive) sem aquele monte de gente concorrendo com você e sua foto perfeita, se não estivéssemos juntas e decididas a ver o Louvre iluminado à noite?

Dormindo no Santiago Bernabéu






Como teria tirado as fotos mais incríveis que já tirei... dormindo em pontos turísticos? (e fomos aprimorando o dom ao longo da viagem...)  



Foto de catálogo em Cannes no dia 15/05/12
Sério! Mesmo com todos os problemas, discussões e momentos de puro silêncio raivoso, sei que cada segundo valeu a pena para uma das experiências mais incríveis pelas quais já passei. E não tô falando da viagem... falo de compartilhar esses momentos sensacionais com amigas que valem a pena! Inclusive, foi com elas que passei o que, para mim, será o aniversário mais insuperável de todos os tempos: um 15 de maio em Cannes na véspera do famoso Festival... não, não conhecemos nenhuma celebridade (droga!), mas eu ganhei os cupcakes mais escancaradamente disfarçadamente comprados para cantar parabéns com direito a trilha sonora, depois de ter passado um dia apreciando o mar mais azul que já vi.

Uma das fotos que mais gosto!
Depois disso, certamente posso afirmar: vale muitooooooooooo a pena viajar com amigos, então, pode terminar de planejar sua viagem porque vai dar tudo muito certo! #ficadica

Abs, 

Aline - Chica

PS: espero que a Fê e a Lucy concordem comigo, se não podem repensar suas viagens... hehehe

PS 2: pena que não puderam ir toooodos os amigos que gostaríamos. Mas sempre existem mais viagens para isso ;-)

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Aquele sobre uma comparação polêmica: Friends vs TBBT

Oie, gente!

Sim, sim, faz um tempo que não apareço por aqui, mas, como definitivamente estou meio sem inspiração para escrever um bom texto como vocês merecem, apelarei mais uma vez aos meus arquivos e postarei o primeiro que escrevi quando fazia parte dos colaboradores do Nós Geeks.

Ele é meio polêmico (até hoje rende comentários por lá), mas gosto do tema e de causar polêmicas, logo... hehehe

Enjoy it!

Abs

Aline - Chica

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The Big Bag Theory vs Friends


Oie, galera do Nós Geeks! 

Estou muito feliz por ser uma nova colaboradora do site e poder falar sobre um tema que eu adoro: séries! Para ser muito sincera, preciso aumentar meu leque de séries assistidas, mas curto bastante acompanhar cada episódio, cada fase, aprender as falas e dar risada ou sofrer com nossos intrépidos heróis (ou anti-heróis, como tem ficado cada vez mais popular).

Por isso, resolvi começar com um post que eu já estava a fim de escrever no meu próprio blog, mas, devido ao tema, achei pertinente compartilhá-lo aqui!

Quem já me conhece sabe o quanto gosto da série The Big Bang Theory (fato pelo qual meus amigos zero nerds sempre me zoam), mas também sabe o quanto gosto de Friends (não sei pra vocês, mas para mim será sempre um clássico). Pois bem, para quem não me conhece, deixo logo claro: eu adoooorooo essas séries!!!!

Por isso, resolvi colocá-las em pé de igualdade e meio que causar um embate! Qual é melhor? Ok, ok, pode causar um pouco de polêmica (principalmente para minha amiga Talita, que é master fã de Friends e detesta não curte TBBT), mas acho válido, principalmente para aguçar a curiosidade de quem nunca assistiu Friends ou TBBT, ou (WHAT????) nenhuma delas!!! E para nos divertir, claro!

1) Ambas séries são de comédia e em ambas há as risadas de fundo, o que, na opinião de muitos é o fim da picada irritante. Saibam que, se está entretido e envolvido com o enredo e com os personagens, essas risadas não atrapalham! Na verdade, eu mesma sempre esqueço delas!

2) Tanto Friends quanto TBBT contam os infortúnios, alegrias, constrangimentos e situações engraçadíssimas de uma turma de amigos. No caso de Friends são exatamente 3 mulheres e 3 homens. Em TBBT temos 4 amigos (é, eu vou contar o Sheldon) principais que são assumidamente super, hiper, ultra, mega, master nerds e que têm o status quo abalado com a chegada da Penny, a vizinha super bonita e o amor do Leonard. Já nas temporadas seguintes de TBBT entram mais 2 garotas: Bernadette, a namorada do Howard (?) e Amy, namorada do Sheldon (WHAT 2???). Assim, a turma de TBBT fica com 7 pessoas, mas os principais são os 4 amigos.

3) Tanto em Friends quanto em TBBT, há poucos cenários e os momentos mais engraçados acontecem quando estão todos juntos, principalmente, no apê do Sheldon-Leonard ou no da Mônica. (Quem não lembra dos Dias de Ação de Graça de Friends ou das sempre refeições "fast-food" de TBBT?).

4) Aqui vem a primeira diferença: claro que em ambas as séries qualquer personagem faria falta se, de repente, o tirassem de lá. Mas, para mim, em Friends isso é muito melhor distribuído. Já em TBBT, não há como negar que o personagem, nem sempre principal, mas que é o coração da série é o Sheldon. Ele é mala, metido a besta, arrogante, mas extremamente infantil e capaz de gerar compaixão! Eu sempre me divirto muito com as manias dele hehehe. Já em Friends, todos têm seu devido espaço e, claro, em alguns episodios com mais detaque do que em outros, mas não há um personagem tão central quanto em TBBT.

5) Em Friends vemos um retrato muito mais próximo da realidade de milhares de pessoas do que em TBBT. Para mim, em Friends o foco maior é no relacionamento entre os amigos e com as demais pessoas. Tanto que todas as situações que acontecem comigo ou meus amigos, por mais normais ou bizarras que sejam, sempre me lembram Friends (e como é bom ter amigos próximos que também curtem para você trocar aquele olhar e ele logo entender que é "aquele episódio"). Claro que, nas duas séries, há versões estereotipadas de todos os personagens. Por exemplo, prefiro muito mais as primeiras temporadas de Friends (mas gosto de todas) porque é quando eles ainda são mais pessoas do que estereótipos. Em TBBT, vemos claramente os estereótipos dos caras mega nerds que sofriam bullying quando menores e que têm zero aptidão esportiva.  

6) Porém, TBBT sai com vantagem por ser algo mais atual (nem estou me referindo às horríveis antigas roupas ou aos estranhos cortes de cabelo de Friends), mas por ter referências à coisas que hoje eu e, creio que todos vocês amam: tecnologia, ciência, games e que, na época de Friends eram meio cri-cri (barulho de grilo). Como competir com um episódio (Cuidado: spoilers!) no qual o Raj de TBBT, que não fala com mulheres exceto quando ingere álcool, se apaixona pela Siri (assistente do iPhone)? Tsc tsc tsc...

Enfim, sou suspeita para falar das duas séries e não consigo chegar a um veredicto, mas vejo diferenças claras em ambas, o que só me faz gostar ainda mais! :)

E você, o que acha?

Abs,

Aline - Chica

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Aquele sobre Envelhecer

Oieee!!!

Eu sei que pode parecer estranho pra muita gente, mas desde pequena, sempre achei as pessoas mais velhas sensacionais. Sempre admirei a forma como falavam das suas experiências, mesmo das coisas cotidianas.

Desde então, quis ser uma pessoa mais velha! Não o clássico “Ah, quero ter 18 anos logo para curtir a vida adoidada” de adolescentes emburrados; mas muito mais com uma motivação que acho, cada vez mais, tem sido negligenciada por muita gente: a sabedoria.

Tá bom, tá bom... eu sei que pode parecer coisa de velho todo esse lance de “quanto mais velho, mais sábio”, remetendo aos conselhos chatos (ou não) de avós e pais, mas pare um pouquinho e pense! Hoje, neste exato momento, você não está mais sábio do que há cinco anos atrás? (Desculpe, se este exemplo não serve para você, melhor parar a leitura por aqui)

Quer um exemplo, que eu adoro, com o qual talvez identifique melhor esse “surreal fenômeno” de acúmulo de sabedoria com a idade? Sabe a série Anos Incríveis? (Caraca, se você não sabe clica aqui – Mas é a última chance que te dou!). Pois bem, eu sempre, sempre adorei essa série. Claro que tem todas aquelas histórias de amizade, família e relacionamentos no geral, mas sabe o que sempre me chamou mais atenção? A narração em primeira pessoa do personagem principal, Kevin. E, se não bastasse ele mesmo estar narrando, ele o faz quando está bem mais velho do que quando tudo aquilo aconteceu com ele e o melhor: com uma sabedoria e maturidade que não tinha na época, logo, não poderia avaliar ali, naquele momento,  o real impacto do acontecimento na sua vida. Sem a sabedoria que ele obteve com todas aquelas experiências, ele não teria condições de olhá-las e avaliar se foram boas ou não, tristes ou felizes, relevantes ou irrelevantes e nos contar. E há inúmeros outros exemplos disso na ficção: o desenho Doug, O Fantástico Mundo de Bob ou, para citar algo mais recente (e que também adoro) How I Met Your Mother.

Tudo isso, junto à vida real, de pessoas que eu conheço e da minha ainda pouca experiência de vida, só me faz ver mais e mais benefícios em ficar mais velha e me faz retomar a admiração que eu já tinha quando criança. Na entrevista que deu ao Jô Soares (hilária por sinal), Eduardo Sterblitch comenta que queria ser velho. Ao que todos ficam desconcertados e o Jô pergunta: “Mas porquê?” e ele responde “Porque aí as pessoas me levarão a sério!”. Achei ótima essa declaração também, porque além de toda a sabedoria acumulada com a idade e vivência você passa a ser respeitado por isso também (ou, pelo menos, na maioria das vezes).

Acho que ficar mais sábio é uma riqueza tão sensacional, que não poderia vir sem nenhum ônus, que é ficar fisicamente mais velho. Não que eu ache isso um problema, mas sabemos que a bandeira mais avidamente sacudida por todos os meios atualmente é “Mantenha-se jovem!”. O problema é quando as pessoas perdem a mão e esquecem que o "manter-se jovem", pode significar manter a mente aberta justamente para acumular mais conhecimento. Claro que, para a maioria dos meios através dos quais essa mensagem é difundida, o único interesse real é de que você se mantenha jovem através do consumo de produtos que o façam sentir-se dessa maneira. Mas espero que você, que chegou até esse ponto do texto, tenha uma posição mais sólida do que só essa ;-)

Pra finalizar, sempre fiquei pensando sobre esse tema de que é sensacional envelhecer e acumular sabedoria, mas nunca tinha ouvido uma música sobre o tema. Qual não foi minha surpresa ao ver, quase sem querer, o final do acústico do Arnaldo Antunes no qual ele canta a música “Envelhecer” que me emocionou já nas primeiras frases por ser a tradução do que penso sobre o tema.

Segue clipe da música que já começa com um “A coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer”. #ficadica

Enjoy it!

Abs,
Aline - Chica



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Aquele sobre "Como eu conheci sua mãe... e outras histórias"

Oie, gente!

Da série "recordar é viver", quero postar aqui os poucos textos que tive a oportunidade de publicar no site Nós Geeks durante um tempinho.

Esse é sobre -- tchan tchan tchan tchan -- How I Met Your Mother ou simplesmente HIMYM, para os íntimos! 

Enjoy it!

Abs,


Aline - Chica


"Bom, sei que faz bastante tempo que não apareço por aqui. Mas lembro do post que escrevi sobre Friends vs TBBT e dos comentários sobre a comparação ser estranha e que deveria ser feita com How I Met Your Mother.

Achei esse um excelente ponto de partida. Vejam: eu ainda não tinha assistido nada de "How I Met..." -- pois é, nada mesmo. É bizarro, eu sei, mas é verdade! -- então achei que esse era O momento.

Foi o que fiz, comecei a baixar a série e não achei justo escrever até conseguir assistir toda a primeira temporada, pelo menos (apesar de ter uma teoria de que algumas, poucas, séries não necessariamente fazem uma primeira temporada sensacional) para ter uma ideia do quão comparável ou não ela pode ser com Friends. 

Enfim, acabei de assistir a primeira temporada neste exato momento e devo dizer que a série realmente me pegou. Claro, a temática é muito parecida com a de Friends: amigos que se reúnem quase sempre no mesmo lugar e que passam por situações engraçadas, embaraçosas, tristes, tensas mas que, sempre, podem contar um com o outro.

Mas ouso dizer que em "How I Met" há uma ligeira diferença. Primeiro, porque não são todos solteiros (em Friends todos são, mesmo o Ross que começa a série tendo terminando o primeiro casamento), quer dizer, Lilly e Marshall são praticamente casados (mas ainda não o são efetivamente) e o casal mais fofo que já vi em séries. E tem o Barney, tipo aqueles solteirões inveterados (até o fim da primeira temporada, pelo menos) e que adora tornar os momentos LEGENDÁRIOS. E tem o Ted, que é um cara romântico (e fofo!) em busca da mulher perfeita que ele acredita ser a Robin, uma jornalista iniciante e que não quer um grande compromisso como casamento.

E aí está montado o pano de fundo da história toda. O que tenho a dizer neste momento, é que é uma série muitooo legal! Não consigo dizer se é comparável ou não a Friends, mas garanto que é tão legal quanto. Pra mim, a principal diferença é que não choro de rir como em Friends, mas sou igualmente tomada pela história e curto cada personagem e realmente me preocupo com o que vai acontecer com eles -- como em toda boa história!

É uma série cativante, desde a abertura até os créditos finais e, já aprendi, não posso assistí-la antes de dormir porque sempre perco o sono! Algo que também acontecia muito quando assistia Friends loucamente. Inclusive, a trilha sonora é muito boa, principalmente nos últimos episódios da primeira temporada! :)

E por que "How I Met Your Mother"? Porque a série começa em 2030 com o Ted contando para os filhos como ele conheceu a mãe deles! E, daí, ele vira o protagonista, já que é o cara que conta todas as histórias. Inclusive, o início da série com os filhos desanimados achando que isso era um castigo, é sensacional!"

Dica: ficou curioso sobre a série? No Netflix tem até a quinta temporada (agora está na sétima) e te poupa o trabalho de baixar tuuuudooo (se bem que curto baixar também). ;-)