segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Aquele sobre um cara e uma maçã

Oie, gente!

Muitos de vocês sabem da minha paixão pelo iPhone e, no geral, pela Apple! Mas devo admitir que agora, depois de ler a biografia do Steve Jobs (sim, terminei na quinta-feira!) consigo ter uma visão mais clara do porquê da minha adoração!

O mais legal é que, apesar de antes desconhecer os meandros da fundação, troca de poder e retorno triunfal do Jobs, eu já admirava seu trabalho porque tem uma característica marcante, como os produtos da empresa que fundou: é apaixonado!

Capa da biografia
Ok, você pode dizer: "Mas o cara era um babaca de marca maior que explodia e fazia o maior escarcéu por coisas completamente bobas!". E eu digo que, em muitos casos, ele fazia mesmo e podia ser um mala do tipo que nem eu ia querer trabalhar (pois é, pasmem!), mas, por outro lado, conseguia extrair o melhor das pessoas! Conseguia fazê-las entregar coisas que nem elas acreditariam e o melhor, curtindo fazer parte de algo maior! 

Pelo que li, ele sempre foi assim: meio estouradão, meio mimado e com seu forte campo de "distorção da realidade" (é assim que todos que o conheciam  conviveram com ele chamam o poder que ele tinha de dobrar a realidade às suas vontades). O problema é que nem sempre a realidade entendia. 

E foi o que aconteceu quando ele foi diagnosticado com câncer. Por um tempo relutou em admitir, assim como havia relutado em considerar Lisa, como sua primeira filha, que tivera muito antes do casamento. 

Ele tinha a capacidade de ser extremamente focado e simplesmente ignorar tudo o que não lhe interessava ou não tinha importância no momento, o que foi de extrema importância ao fazer a Apple renascer.

Jobs foi um cara sensível ao ponto de saber como atingir em cheio uma pessoa (fosse para o bem ou para o mal), com uma percepção de que poderia transcender deixando sua marca no mundo. Era extremamente detalhista e perfeccionista, mas tinha paixão em tudo o que fazia e acho que isso, antes de qualquer outra coisa, deveria ser o que buscamos na vida. 

O que mais me marcou em conhecer sua história inteira foi saber o quão apaixonado ele era por cada detalhe da sua vida (exceto os que decidia ignorar) e o quanto isso fez diferença em tudo que ele pôs a mão, e nós sabemos disso! 

A passagem que mais gostei no livro foi a parte em que o autor conta sobre o retorno de Jobs à Apple e a escolha da nova campanha de marketing da empresa. Jobs chamou o publicitário Lee Clow que não participava de concorrências há muito tempo, mas que tinha trabalhado com ele no lançamento do Macintosh (vídeo 1984) e aceitou porque também era apaixonado pela Apple. 

Aqui só o pequeno trecho da biografia em que o próprio Jobs descreve o que sentiu quando apresentaram o mote "Think Different":

"Isso me dá um nó na garganta, realmente me dá um nó na garganta. Era óbvio que Lee amava demais a Apple. Ali estava o melhor sujeito de publicidade. E não disputava uma conta fazia dez anos. No entanto, lá estava ele, argumentando com o coração, porque amava demais a Apple, tanto quanto nós a amávamos. Ele e sua equipe apresentaram esta brilhante ideia "Pense diferente". E era dez vezes melhor do que qualquer coisa que as outras agências mostraram. Me deu um nó na garganta, e ainda hoje choro só de pensar nisso. Só de pensar no fato de Lee se mostrar tão interessado e em como essa coisa de "Pense diferente" era brilhante. Muito de vez em quando eu me vejo diante da pureza - pureza de espírito e amor - e sempre choro. Sempre toca e me arrebata. Aquele foi um desses momentos. Chorei em meu escritório enquanto ele me explicava a ideia, e ainda choro quando penso nisso".

Eu também fiquei emocionada quando vi esse comercial pela primeira vez. Não por ser da Apple (mas só podia ser), mas por ter uma mensagem tão simples, direta e óbvia: pense diferente. Tente fazer isso sempre e sempre verá novas saídas, novas maneiras de resolver as coisas e, por mais malucas, que elas possam ser, têm grande chance de dar certo!

Para quem ainda não viu, segue o comercial Think Different! :)

Enjoy it!

Abs,

Aline - Chica


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Aquele sobre o "tal do evento nerd"...

Oieeee, gente!!!

De verdade, não sei nem por onde começar este post... Poderia começar falando sobre quando ouvi falar da Campus Party pela primeira vez, em 2010 e fiquei louca para participar, mas nem tinha credencial e não consegui vir!

Credencial em mãos! :)
Mas vou começar falando sobre o dia em que vi na intranet da Telefonica a oportunidade de participar do evento como #campuseiraconectada, concurso através do qual escolheriam 4 funcionários para participarem do evento! Enviei meus dados, mas imaginei que dezenas de pessoas inscreveriam-se e quase tinha desencanado... Qual não foi minha surpresa quando, na sexta-feira 13 de janeiro divulgaram os participantes e estava entre uma delas? Minha sexta-feira 13 tornou-se a melhor sexta-feira de todos os tempos! (Até coloquei na última postagem a divulgação na intranet - Aquele sobre Eu Campuseira)

Aí, você deve se perguntar: como, Aline - Chica, você nunca foi à Campus Party? Ou, ainda, pode me ou se perguntar, como o fizeram minhas amigas/mãe: "Mas o que é a Campus Party?".

Entrada do camping
E aí, caros leitores, aí é que o bicho-pega! Descrever o que é a Campus para quem nunca teve a incrível oportunidade de participar, é um tormento gigantesco! Imaginem, então, eu, que nunca tinha participado, explicar o que é o evento com as minhas parcas palavras

Respondi: "Ah, é um evento com palestras, oficinas, uma mega rede, etc. E um camping!". E minhas amigas: "Mas você vai acampar? No Anhembi? Mas porquê (nem vou colocar ponto de interrogação, pois não exprime a incrível cara de porquê delas)." Depois dessa, morremos de rir e desencanei de explicar! 

Mas o fato é que, até elas que nem tinha ouvido falar do evento (WHAT???), após pesquisarem informações e verem na TV me zuaram admitiram que o evento era bacana. 
Muitas, muitaaaaasss barracas!!!

Após isso, começaram os preparativos e a pesquisa da programação e veio a grande dúvida: em que dias ir para a Campus? Sim, eu trabalho e não posso ficar a semana inteira! Não o dia inteiro, nem acampar todos os dias! Mas no fim, fiquei com a terça e a quarta (com direito à camping) e volta no sábado e domingo (e talvez na sexta hehehe).

Tudo isso, me trouxe a este grande dia: hoje!!! Finalmente cheguei na Campus e pude constatar uma coisa: realmente não é possível tentar explicar a Campus para as pessoas... Para mim, a melhor definição é: "A internet acontecendo ao vivo"!

Barraca (P27) + mala
São palestras, oficinas, atividades, encontros, sorteios, brindes, debates, conhecimento, opiniões, produtos e tudo, mas tudo mesmo que pode acontecer na internet no mundo "online" acontecendo aqui, bem na frente dos nossos olhos! É uma daquelas coisas mágicas das quais você participa e pensa "Eu nunca mais vou deixar de vir!".

E é isso que eu sinto! Inclusive, já estou com o coração partido por não poder ficar mais tempo aqui! Mas, enfim, não se pode ter tudo! Pelo menos, não de uma vez! :)
Arenaaaaa!!!

Estou muito feliz mesmo por ter tido a oportunidade de vir a um evento indescritivelmente animal como esse e ainda conhecer os super  #campuseirosconectados Ana, Emílio e Alcides! E, claro, contar com minha parceira de camping Elen! :)

Abs e amanhã tem mais (ou, daqui a pouco rs),

Eu e minha parceira de camping: Eleeeen!!! :)
Aline - Chica

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Aquele sobre Eu - Campuseira

Galera, 

Para quem me conhece, pode imaginar a felicidade que tenho em finalmente poder participar da Campus Party, o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo!!! (está no próprio site da Campus).

Por isso, não poderia deixar de compartilhar aqui a notícia que saiu hoje na intranet da empresa sobre a minha participação na cobertura do evento como Campuseira Conectada! Minha e de mais 3 funcionários!!! Sim, eu estarei lá acampando por pelo menos 2 dias e uma noite! 

Com toda a certeza escreverei mais aqui sobre este evento sensacional, mas hoje vou só compartilhar a notícia!!! :)

Abs,

Aline  - Chica (ou Campuseira Conectada!)

PS: para saber mais, acessem: http://www.campus-party.com.br/2012/index.html




Campus Party: conecte-se aos colaboradores campuseiros!

A partir da próxima segunda-feira (06/02), começa a Campus Party, maior acontecimento de tecnologia do mundo, que reúne inovação, Internet, muita novidade e entretenimento eletrônico. Serão sete dias de palestras, debates, atrações e convidados especiais.


Além da cobertura realizada pela Conectados-Intranet, nossos colaboradores campuseiros também vão compartilhar conosco tudo que acontece por lá. 

Quer seguir nossos campuseiros? Basta adicionar o perfil de cada um!

Campuseiros Conectad@s

Colaboradores que vão participar do evento e transmitir, por meio de suas redes sociais, tudo que está acontecendo na Campus Party!

 1 - Alcides Leite Júnior (Twitter: alljunior / Facebook: alcides.l.junior)
 2 - Aline Silva Azevedo (Twitter: aline1987 / Facebook: aline.silvaazevedo /Blog: http://coisasdachica.blogspot.com)
 3 - Ana Paula F. dos Santos (Twitter:anakretzmann /Facebook: anakretzmann /Blog: www.anakretzmann.com.br)
 4 - Emilio Cesar Parmegiani (Twitter: emilioparme / Facebook: emilioparme / Blog: www.emilioparme.com)

Conecte-se à Campus Party!!! Faltam poucos dias!

Aquele sobre o jornalista mais legal que conheço!

Oie, gente!

Tintim e o inseparável Milu!
Sabe aquelas coisas que marcam a nossa infância? Tipo, a comida da vovó, aquela brincadeira divertidíssima com os amigos/irmãos/primos ou aquela história que te contaram e que, com certeza você repassará pros seus filhos? Lembrou

Então, estou aqui para compartilhar o dia em que relembrei um personagem super marcante na minha infância: o Tintim! E, o melhor é saber que não sou a única! Principalmente porque o Tintim é tão velhinho que muitas gerações já tiveram a oportunidade de lê-lo ou assistí-lo e que não foi só privilégio meu.

Eu nunca li nenhuma história em quadrinhos dele (ou melhor, do Hergé, seu criador), mas assistia todo santo dia ao desenho que passava na TV Cultura (bons tempos, boa programação!) e do qual eu gostava muito!

O mais legal é lembrar de como eu ficava maravilhada e impressionada com a coragem do nosso destemido herói, além de sua inteligência e bondade! Falando sério, o cara é um super jornalista, sempre metido em mistérios, investigações e viagens sensacionais! E, ainda por cima, tem um cachorro master parceiro e amigos que sempre o ajudam e o apóiam em suas mais loucas jornadas! Tem como não gostar?

E, por tudo isso, qual não foi minha felicidade quando li na internet que ninguém menos do que Steven Spielberg e Peter Jackson seriam os caras a darem vida às aventuras do Tintim!!! Achei sensacional e sabia que não podia sair nada menos do que animal dessa parceria! E foi o que aconteceu!

Meu ingresso!!!
Assisti Tintim ontem e, posso dizer com toda a certeza, que é um filme muito, mas muito bom mesmo! Ali, na frente da mágica da telona, pude relembrar a sensação que tinha quando era pequeninha e ficava assistindo em casa  e me inspirando para ser jornalista e viajar pelo mundo, exatamente como ele! (no fim não me tornei jornalista, mas olha eu aqui escrevendo e viajando!). 

É isso, gente! Para quem curtia Tintim quando passava na TV, para quem leu os quadrinhos ou para quem simplesmente simpatiza com aquela carinha redonda e topetuda, pode ter certeza que vai curtir o filme também! #ficadica

Para quem ainda não viu, segue o trailer!

Enjoy it!

Abs,

Aline - Chica



PS: O Tintim já era sensacional em uma época onde a maior fonte de pesquisas era uma biblioteca, imagina esse cara nos tempos atuais com um smartphone (nem vou dizer qual eu gostaria que ele tivesse), um iPad ou, simplesmente, com acesso ao Google? Aí que não teria pra ninguém mesmo! Hehehe

sábado, 28 de janeiro de 2012

Aquele sobre a manada que eu amo!

Olá, pessoas!!!

Sim, faz séculos que não apareço aqui! Mas, cá estou, tirando a poeira e atualizando meu querido blog.
Como faz muito tempo que não apareço, não posso começar este ano sem comentar sobre algo que ocorreu ano passado, mas que me afeta até hoje! Positivamente, claro! :)

Símbolo do grupo: Relíquia do Mamute
Eu sempre gostei de teatro! Tanto do ato de assistir a uma peça (e até hoje, nunca vi uma que fosse ruim) até realmente fazê-lo! Já tinha feito teatro uma vez há uns 8 anos atrás (meu Deus, já tenho idade para dizer que fiz algo há quase dez anos do qual me lembro! Tsc tsc tsc), mas acabei parando porque precisei começar a trabalhar.

Então, qual não foi minha surpresa quando retornei de férias no ano passado e vi uma mensagem no Twitter sobre aulas na USP de teatro (sim, o pensamento positivo pode alterar a realidade, mas isso é assunto para outro post)??!! Imediatamente, enviei um email pedindo para participar das aulas. 

Ensaiando no Centro Cultural da Vergueiro
E lá estava eu em maio, na USP para participar de um grupo de teatro que eu não fazia a menor ideia que existia. Daí, caro leitor, você deve estar achando que teatro + USP = ECA. Béééé....errado! Tratava-se do Grupo de Teatro da Poli ou, carinhosamente chamado GTP (sim, os engenheiros também podem ter um quê de artistas!). É um grupo de teatro amador que existe há uns bons anos e que tem 4 núcleos começando pelo "iniciante" = amarelo (no qual eu estava, claro!) e chegando no mega advanced master que é uma cor também, mas nunca lembro se é azul ou verde! 

Em cartaz!

Enfim, cheguei na sala acreditando que passaríamos por testes e tudo mais, mas não! Entro e deparo-me com o Fábio Azevedo (ok, para alguns de vocês ele é "?". Mas, para quem curtia Malhação na época em que era legal e também o Programa Login da Cultura, com certeza se lembrará dele!) e mais duas meninas num mega papo (uma delas, minha super amiga hoje Gisele!). Fiquei lá observando, como sempre e a galera que já fazia o curso começou a entrar na sala. 


Em cena!
O mais legal é que imaginei que poderia ser um grupo de pessoas meio esnobes, tanto por estudarem na USP quanto por fazerem teatro, mas, pasmem!, encontrei o grupo mais legal que já conheci em todos os tempos!!!! Sabe aquela galera que aceita todo mundo exatamente do jeito que é onde tem espaço para todos? Um lugar onde todo mundo se dá bem e tem o mesmo objetivo (que ali era nos divertirmos e construirmos algo juntos)? Onde podíamos esquecer todo o resto lá fora (trabalho, trânsito, contas, problemas, etc) e aprendermos coisas completamente novas e partilharmos coisas sensacionais? Deu pra imaginar? Pois é, isso é o GTP - Amarelos ou, como nos chamamos carinhosamente Grupo Relíquia do Mamute (xiii, longa história!). 


Participar desse grupo e ter contato com diversas pessoas com as quais jamais teria no meu círculo de conhecidos e amigos foi uma das coisas mais sensacionais de 2011! De verdade, tenho o maior orgulho em dizer que participei do Relíquia, conheci pessoas maravilhosas lá e ainda apresentamos uma peça animal no final do ano!

Agradecendo após a estréia!!!
Sim! O Fábio fez uma adaptação do texto A Valsa de Dorothy Parker (um texto sensacional) e ficamos em cartaz na USP de novembro ao início de dezembro. E foi muito, mas muito animal fazer parte de algo como uma peça de teatro, onde cada um tem seu papel, seu peso e onde a participação de todos e o comprometimento são essenciais! Ensaiamos, ensaiamos e ensaiamos e deu tudo certo!!!

Ai ai... que saudades já! E digo algumas coisas deste post no passado porque a USP entrou de férias, nós também e ainda não temos uma data marcada para voltar. Mas, com certeza, pretendemos retornar!

Uma parte da galera!
Por isso, galera, sempre digo: procure algo do qual goste! Existe uma infinidade de coisas na vida que acabamos tendo que fazer, não porque gostamos, mas porque são necessárias (tipo descer na Estação da Sé no horário de pico ou ficar no trânsito por 3 horas pra chegar em casa). Porém, precisamos encontrar algo do qual realmente gostamos! Algo com o qual nos sintamos bem e, melhor ainda, faça outras pessoas sentirem-se bem também! É isso que sinto com relação ao GTP e todas as pessoas que participam dele! 

Espero que tenha mais em 2012! Uhuuuu!!!

Todo mundo!!!
Abs,

Aline - Chica

domingo, 18 de setembro de 2011

Aquele sobre o filme mais delicioso dos últimos tempos: Meia Noite em Paris

Olha eu de novo!

Aproveitando que me empolguei falando de filmes hoje, aí vai mais um post... mega atrasado, mas tudo bem!

Bom, todo mundo que me conhece ou leu meu post sobre minhas férias (Aquele sobre gauleses e romanos) sabe bem da minha queda por Paris. Admito que, entre Paris e Roma, curti muito mais Roma, mas o charme da cidade Luz é inegável.

Por isso, não resisti e, obviamente, fui assistir Meia-Noite em Paris para fazer um revival da minha viagem. O mais legal (ou não) é que eu nunca tinha assistido a um filme do Woody Allen, então, fui totalmente livre de ideias e apenas queria ver a história mesmo. Qual não foi minha surpresa quando me deparei com o filme mais delicioso de assistir dos últimos tempos. Sério! E não é só porque ele é em Paris, mas a história é muito legal!

Imaginem voltar no tempo à meia-noite e se deparar com pessoas como Ernest Hemingway, Salvador Dali, Pablo Picasso, entre outros e falar com todos como se fossem pessoas normais, que te dão conselhos e tudo! Fora o cenário, a trilha sonora e as ótimas atuações! Aqui destaco o Owen Wilson, ator para o qual nunca dei muita importância por sempre fazer filmes meio parecidos (tá, e talvez o nariz torto dele me incomodasse um pouco... eu sei que é bullying, mas é mega torto!). Aqui ele está muito bem no papel de um escritor apaixonado por Paris e que gostaria de ter vivido no passado da cidade.

É um filme que você nem vê passar e quando termina tem a sensação que poderia assistí-lo por mais umas cinco horas se durasse tudo isso, dada sua delicadeza e simplicidade!

#ficaadica

Vejam o trailer!

Abs,

Aline - Chica


Aquele sobre a viagem no tempo brasileira

Oiee, gente!

Sabe, às vezes tenho a impressão que filme é igual a música e que não existe muita explicação sobre o motivo de ter curtido tanto um filme... Explico: normalmente me apaixono pela música ouvindo-a: sinto as batidas e a melodia e avalio se me agrada ou causa alguma reação. Em seguida, obviamente, vejo a letra e decido se curti como um todo ou não!

Com filmes é meio parecido. Tenho épocas e épocas, mas sempre tem aquele filme que você fica viciado, que quer ver e rever e rever e não cansa (que nem criança).

Já curti muito assistir Godzilla (a versão com o Matthew Broderick). Eu sei que não era um filme profundo nem nada, mas curtia porque ele tinha ritmo. Independence Day era outro do qual gostava muito! Era uma mega sátira de todos os filmes de ficção científica, então funcionava bem!

Minha mais nova paixão (nova mesmo, assisti nessa semana) é O Homem do Futuro, com o Wagner Moura e a Alinne Moraes, entre outros.

É uma história simples: um professor ranzinza de física busca uma nova forma de energia e acaba construindo uma máquina que o leva de volta ao passado e possibilita "consertar" as coisas para ficar com a mulher da sua vida.

Claro que, como tudo na vida (e nos filmes) as coisas não vão tão bem e acontecem diversos problemas até que ele finalmente entende tudo! É quase um "Efeito Borboleta" brasileiro. Não tem nada de mega original, exceto, claro, pelas excelentes atuações do elenco.

Comédia romântica + um pouco de ficção + trilha sonora boa = filme que eu curto. Uma das partes mais legais do filme é a trilha:

1) It's the end of the world as we know it - R.E.M.
2) Tempo Perdido - Alinne e Wagner: aqui um adendo = sou mega fã de Legião Urbana e adoro essa letra, mas tenho que admitir que com o Renato Russo tem um tom melancólico. Na versão do filme ganha um tom mais esperançoso, por isso o destaque!
3) Creep - Radiohead: mais um adendo = essa é uma versão cantada pelo Wagner Moura
4) O Homem do Futuro - Banda A Sua Mãe e Vanessa da Mata
5) Inútil - Ultraje a Rigor
6) INXS - By My Side

Resumindo, é um filme que vale a pena assistir se você desencanar de ver algo como "Tropa de Elite" ou outros filmes mais densos e se deliciar com uma simples comédia romântica com ótimos atores, ótima trilha e, claro, brasileira!

Vejam o trailer!

Abs,

Aline - Chica